Dr. Thomas Edison Cintra Osterne

MÉDICO · CRM-DF 15683 · RQE 14029 (Cardiologia) · RQE 16921 (Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista)


O que eu faço, em uma frase

Trato doença coronária e doença estrutural do coração por cateter — sem abrir o tórax — e coordeno a Cardiologia e a Hemodinâmica do Hospital Santa Marta, em Taguatinga.


Um fio que atravessa a carreira inteira

Há um problema que me interessa desde o começo: as bifurcações coronárias — os pontos onde uma artéria se divide em duas e a placa se instala justamente na encruzilhada.

São as lesões que mais punem a improvisação. Cada técnica implica uma aposta diferente sobre o que acontece com o ramo lateral, e a decisão precisa ser tomada com o cateter na mão.

Foi o tema do meu trabalho de conclusão na especialização em hemodinâmica, em 2014, sobre a técnica de Szabo. Voltei a ele no Bifurcation Summit em 2017. E continua sendo o que mais me faz estudar.

O mesmo raciocínio vale para as oclusões crônicas totais (CTO) — a artéria fechada há meses, sobre a qual muita gente ainda diz que “não há o que fazer”. Em parte dos casos há.


Formação

Graduação em Medicina — Universidade Católica de Brasília, 2007

Residência em Clínica Médica — Hospital Regional de Taguatinga / ESCS, concluída em 2010

Residência em Cardiologia — Hospital Universitário de Brasília (UnB), concluída em 2012

Título de Especialista em Cardiologia — AMB / Sociedade Brasileira de Cardiologia, 2012

Especialização em Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista — Real e Benemérita Associação Portuguesa de Beneficência / Hospital São Joaquim, São Paulo — 1.990 horas, concluída em 2014

Certificado de Área de Atuação em Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista — AMB / Sociedade Brasileira de Cardiologia, 2014


Formação continuada

Cardiologia intervencionista muda rápido. Estes são os cursos e certificações que sustentam o que ofereço hoje:

  • Certificação em TAVI — SBHCI / SBCCV, 2019
  • LATAM Valves — CT Planning, 2025 — planejamento por tomografia para procedimentos valvares
  • CTO Virtual Summit, 2020 — oclusões crônicas totais
  • Bifurcation Summit, 2017
  • Curso ProEducar — SOLACI/SBHCI, 2019
  • Congressos da SBHCI e da SOLACI, de 2014 a 2023

Onde atuo

Hospital Santa Marta — Taguatinga/DF · desde 2010
Coordenação da Cardiologia e do Centro de Métodos Invasivos (Hemodinâmica). Preceptor da Residência Médica de Cardiologia.

ICTCor / INCOR Taguatinga — desde 2014

Hospital Home — Asa Sul/DF · desde 2022

Clínica Cardiovida — Taguatinga/DF · consultório


Ensino

Ser preceptor de residência muda a forma de trabalhar. Quando um residente pergunta “por que você escolheu essa estratégia e não a outra?”, não dá para responder por hábito.

É também de onde vem a maneira como explico procedimento a paciente: se não dá para explicar com clareza, provavelmente a indicação ainda não está clara na minha cabeça.


Produção científica

Cinco artigos publicados, três capítulos de livro e 28 apresentações em congressos, em cardiologia intervencionista e cardiologia clínica.

Registro completo e permanentemente atualizado: ORCID 0009-0008-0371-5876

Em 2006, um trabalho sobre oclusão percutânea de comunicação interatrial guiada por ecocardiograma intracardíaco, do qual fui coautor, recebeu Menção Honrosa no Congresso Internacional de Ciências Cardiovasculares.

Uma nota sobre o sobrenome. Há mais de um cardiologista Osterne em Brasília, e as bases de dados às vezes nos confundem. Se você estiver conferindo minha produção, o ORCID acima é o registro que contém apenas o que é meu.


O que eu não faço

Não realizo cirurgia cardíaca aberta. Quando a cirurgia é o melhor caminho, digo isso e encaminho a um cirurgião cardíaco.

Não faço acompanhamento clínico de longo prazo. Avalio, realizo o procedimento quando indicado, acompanho o pós-procedimento e devolvo o paciente ao cardiologista que o acompanha — com relatório do que foi feito e do que sugiro observar.

Em cardiologia intervencionista, quem indica e quem executa costumam ser a mesma pessoa. Achar que isso não cria viés seria ingênuo. A forma de lidar com esse viés é ser explícito sobre ele — e trabalhar dentro de um Heart Team, onde a decisão é dividida com o cardiologista clínico e, quando é o caso, com o cirurgião.


Contato

Sou paciente e quero um parecer →
Sou médico e quero discutir um caso →